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sábado, 3 de novembro de 2012

Consumismo - Filme "The Joneses"



Noção de consumismo:

    O Consumismo é o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo, um fenómeno da sociedade de agora.

Filme- Uma Família Com Etiqueta (Trailler)




Uma Família Com Etiqueta

Título original:
The Joneses
De:
Derrick Borte
Com:
Demi MooreDavid DuchovnyAmber Heard
Género:
Comédia Dramática
Classificação:
M/12
Outros dados:
EUA, 2009, Cores, 96 min.

       Quando os Joneses se mudam para o novo bairro parecem a família perfeita: Steve (David Duchovny), Kate (Demi Moore), Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard) são bonitos, bem-educados e exalam autoconfiança. Tudo neles, na sua casa e no seu modo de vida parece sair de um catálogo de uma revista de moda, algo que faz nascer uma certa dose de inveja aos seus novos vizinhos e futuros amigos. Porém, inveja é exactamente o que eles desejam dos outros pois, por mais bizarro que pareça, eles não são propriamente uma família, mas sim funcionários da LifeImage, uma empresa de marketing com métodos ultra agressivos. A cada um deles cabe a função de usar produtos adequados ao seu género e faixa etária e, assim, incentivar o seu consumo. Porém, poucas semanas após a sua chegada ao bairro, apesar de se tornarem modelos para toda a vizinhança e casos de sucesso para a LifeImage, vão debater-se com uma série de problemas com os quais vão ter algumas dificuldades em lidar.

Publicado por Solange Ventura

domingo, 28 de outubro de 2012

Emigração de jovens licenciados


Licenciados a emigrar subiram 49,5 %

O número de licenciados desempregados a emigrar aumentou 49,5% entre 2009 e 2011Governo vai propor a Bruxelas um pacote de apoio que poderá ajudar até 165 mil jovens. O ministro da Economia está preocupado, o Presidente da República assustado e a oposição critica o Governo.
O número de licenciados desempregados que anulou a inscrição nos centros de emprego para emigrar subiu 49,5 % entre 2009 e 2011, de acordo com os registos do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

O número de licenciados é reduzido face ao total de trabalhadores que decidiram emigrar segundo os registos do IEFP, mas sugere que a opção pelo estrangeiro está cada vez mais em cima da mesa dos trabalhadores mais qualificados que se encontram numa situação de desemprego.

Em 2011, a emigração justificou o fim da inscrição de 1893 desempregados licenciados (contra os 1266 registados em 2009), de um total de 22.700 trabalhadores que deixaram de estar inscritos no IEFP porque decidiram aceitar ofertas de trabalho no estrangeiro.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do IEFP, Octávio Oliveira, aconselha porém uma "leitura muito limitada" destes dados uma vez que representam "apenas e só as anulações de candidatura a emprego realizadas pelos serviços do IEFP na sequência da declaração do próprio".

Para o responsável, "não é significativo" o aumento da emigração entre os desempregados inscritos que possuem uma habilitação superior nos últimos três anos.

Mercado globalizado


Para Octávio Oliveira, a saída de trabalhadores para o estrangeiro tem sido constante nos últimos anos e resultado de um mercado de trabalho cada vez mais globalizado.

"Mesmo em momentos de crescimento da economia nacional foi significativo o número de anulações por motivo de emigração", disse.

"A própria emigração tem hoje uma componente de sazonalidade, sendo normal o aproveitamento de excecionais oportunidades, com remunerações e condições interessantes", acrescentou.

A divulgação de ofertas de emprego no espaço europeu e a cooperação dos serviços públicos de emprego tem aliás sido uma das prioridades na União Europeia, reforçou.

De acordo com os dados do instituto, a maioria dos desempregados que optam por emigrar têm entre 35 e 54 anos (55,2%) e possuem habilitações escolares ao nível do ensino secundário (24,3%).

"Impulso jovem"


O Governo anunciou que vai propor à Comissão Europeia um conjunto de medidas no âmbito do combate ao desemprego jovem que poderão beneficiar entre 77 mil e 165 mil jovens, mas que ainda dependem do apoio de Bruxelas.
De acordo com um documento do Executivo hoje enviado ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e aos parceiros sociais, e ao qual a Lusa teve acesso, o Governo propõe "a combinação de diferentes recursos financeiros com o intuito de proporcionar um volume global de financiamento que se estima poder atingir os mil milhões de euros" para a execução do plano intitulado "Impulso Jovem". Este "esforço financeiro" poderá passar, segundo propõe o Executivo, pela realocação de fundos [comunitários] já existentes, pelo reforço destas verbas e também pelo investimento privado.
O plano do Governo prevê vários cenários sendo que o primeiro, menos ambicioso, passa pela reprogramação de fundos comunitário e que a ser aceite permitiria alocar 351,7 milhões de euros ao "Impulso Jovem". Neste cenário, seriam beneficiados 77 mil jovens.
No segundo cenário, mais ambicioso, o Governo propõe a Bruxelas um reforço das verbas comunitárias, o que, a ser aceite, permitiria a Portugal alocar para este programa mais de 651 milhões de euros e, assim, beneficiar quase 165 mil jovens.
A hipótese de reprogramar verbas no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) já teve hoje um primeiro sinal com a aprovação em Conselho de Ministros "da rescisão das decisões relativas à aprovação de operações, há mais de seis meses, sem execução física e financeira, e a reavaliação imediata dos programas orientando a sua reprogramação para o crescimento, a competitividade e o emprego".
Fonte: http://expresso.sapo.pt/licenciados-a-emigrar-subiram-495-=f708501

Notícia do dia 1 de março de 2012

António Albuquerque nº5 12ºC

terça-feira, 23 de outubro de 2012

grafico do consumo familiar (mariana antunes)




emigração de jovens portugues para Angola (Mariana Antunes)

Desde há três anos, milhares de portugueses fogem da crise e tentam a sorte em africa, num grande crescimento.


“Portugal é um país fechado, velho, sem perspetivas. Em Angola há todas as armadilhas que se possam imaginar, mas é o futuro. Uma terra de desafios. E eu arrisco!”
Desde há cinco anos, segundo o Observatório das Migrações, 350 mil pessoas deixaram Portugal devido à crise. antigamente os portugueses emigravam, sobretudo, para o Reino Unido, a Espanha e a Suíça. Mas, desde há três anos, essa ideia alterou se e começarama refugiar se em Angola. 
Sul da África: um país que tem um território 12 vezes maior do que Portugal. 
O fenómeno está em grande crescimento. Em 2006, há registo de apenas 156 vistos de portugueses que partiram para a ex-colónia. No ano passado, o número subiu para 23 787. Atualmente, vivem em Angola 100 mil portuguesas, ou seja, quatro vezes mais do que os angolanos que vivem em Portugal.
O que mais atrai os portugueses a irem para Angola são principalmente os bons salários em Portugal o minimo são 500E e em Angola chega ao 3000E

PROGRESSO TÉCNICOS E A SUA IMPORTÂNCIA (mariana antunes)

O progresso técnicoNada é mais importante na economia que o progresso técnico. Essa importância ressalta aos olhos de quem lê a definição do que é o crescimento económico. De acordo com essa definição, o crescimento económico é o efeito da difusão do progresso técnico através do aumento da produtividade do trabalho humano. O aprofundamento dos termos centrais desta definição permitirá perspectivar a importância que a vertente do emprego ocupa nas políticas de crescimento económico. 

Emigração de jovens licenciados

"NOTICIA"

Jovens licenciados estão a emigrar para o Luxemburgo

por Lusa07 dezembro 2011


O Luxemburgo está a acolher uma nova vaga de emigrantes, muitos deles jovens com formação superior, apesar de quase um terço dos desempregados naquele país serem portugueses, foi hoje anunciado.
O conselheiro social na embaixada de Portugal no Luxemburgo, Carlos Correia, que participou na conferência "Fluxos migratórios: novas tendências da emigração portuguesa", no Porto, afirmou que, "em geral, o desemprego tem crescido" naquele país, situando-se actualmente nos 6,2 por cento, sendo que a comunidade portuguesa representa "cerca de um terço" do total dos desempregados. Em 30 de Setembro, disse, "4.647 portugueses encontravam-se desempregados", representando "31,8 por cento dos desempregados no Luxemburgo".

Carlos Correia afirmou "não haver dúvidas" de que "há uma nova vaga de emigração para o Luxemburgo", acrescentando que esta realidade levou a coordenadora dos serviços sociais da autarquia da cidade do Luxemburgo a afirmar publicamente que "há mais portugueses a chegar por causa da crise e por não encontrarem trabalho em Portugal". O responsável disse também que a embaixada e o consulado geral "recebem diariamente emails de jovens licenciados em medicina, enfermagem, advocacia, engenharia e economia", que residem em Portugal ou já no Luxemburgo, a solicitar apoios e informações sobre o ingresso no mercado de trabalho luxemburguês.
Carlos Correia salientou ainda que também associações locais de apoio "recebem diariamente novos portugueses" ou "pedidos de informação" sobre o que é preciso para ali trabalhar. Afirmando que o Luxemburgo acolhe, em média, cerca de 2.300 portugueses por ano, o conselheiro lembrou que o ministro do Trabalho do grão-ducado afirmou, em finais de outubro, que aquele país "já não é o 'eldorado', mostrando-se preocupado com a nova vaga de emigração portuguesa". Já o conselheiro social na embaixada de Portugal em Paris, Vítor Gil, disse que França regista também "a chegada de novos fluxos de emigrantes", contudo, "os seus contornos continuam ainda por definir, dada a falta de estatísticas rigorosas".

"Não dispomos de registos, apenas de estimativas, calculadas através das inscrições" efectuadas junto da Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, que são "facultativas", disse. Vítor Gil referiu, contudo, ser possível perceber que os portugueses que emigram para França "procuram uma vida melhor, vão com dívidas e o que lhes importa é ganhar mais e depressa". Em contrapartida, afirmou, através dos pedidos de reforma é possível perceber que "mantém-se alto o número de pensionistas pelo regime francês a regressar a Portugal".

Nos Estados Unidos da América, a realidade é diferente, afirmou à Lusa o conselheiro social na embaixada de Portugal em Washington, José Galaz, adiantando que o desemprego do outro lado do oceano é já "muito elevado", o que torna "difícil" a emigração legal. Na sua opinião, acresce o facto de "o português não estar hoje em dia disposto a aceitar qualquer emprego", em especial "trabalhos indiferenciados que são muito mal pagos". Para José Galaz, a nova vaga de emigrantes portugueses nos EUA é composta por "doutorandos, empreendedores, investigadores", pessoas que estão "nas melhores universidades americanas e em Silicon Valley", por exemplo.






Fonte: DN Portugal
Andreia Oliveira nº3
                           Lei de Engel

A Lei de Engel é um princípio enunciado pelo economista alemão Engel e baseado na constatação de que existe uma relação entre os rendimentos das famílias e a respectiva estrutura do consumo. De acordo com esta lei, quanto menor for o rendimento de uma família, maior tenderá a ser a proporção dos seus rendimentos gasta em alimentação e menor será a proporção dos rendimentos gasta em saúde, cultura, lazer, habitação, entre outros.


Ana Carolina 12ºC Nº1